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Artigo da professora Olívia Maria dos Santos Mendes

Avançar com EXPERIÊNCIA, RENOVAÇÃO E UNIDADE

Artigo

*Professora Olívia Maria dos Santos Mendes

 

Este grupo tem a cara da luta, a marca CLASSISTA, respeita e valoriza a batalha da categoria da capital e do interior.

“Com a certeza na mente e a história na mão” a CHAPA 1, Avançar com EXPERIÊNCIA, RENOVAÇÃO e UNIDADE, propõe prosseguir o processo de elaboração do diálogo com nossa categoria destacando a nossa experiência como fator preponderante para dar contornos ao compromisso que vimos assumindo.

 

Nós da CHAPA 1, Avançar com EXPERIÊNCIA, RENOVAÇÃO  e  UNIDADE queremos traçar um esboço da nossa história junto a categoria a partir de uma perspectiva aberta a discussões posteriores cujo inicio  se dará pela análise do seu contra cheque e da luta da APLB Sindicato nos 59 anos de batalha em favor de uma escola pública gratuita e eficiente. Esta é a nossa base.Seu contra cheque contém: vencimento básico com ganho real em 2011, auxílio alimentação em 380 ( Trezentos e oitenta ) municípios, gratificação de estímulo às atividades de classe, hora extra incorporada ( ex celetistas ), avanço horizontal ( única categoria ), gratificação por maior qualificação ( até 50% ), mudança de grau ( elevação do salário base ), periferia ou difícil acesso ( os que se expõem a esta situação ), AC ( 27% ) do 1° ao 5° ano, licença pecúnia ( única categoria ), padrão mestrado e doutorado com diferenciação para maior no salário base ( antigo inter-níveis), garantia de ampliação da carga horária de 20 para 40 horas semanais. Não estamos satisfeitos ainda podemos, queremos e vamos avançar mais na melhoria salarial, porém, negar que isso é acúmulo de luta da categoria junto a sua entidade a APLB Sindicato é desrespeitar, é subestimar, é jogar no lixo a evolução, a dignidade, a força, a resistência e capacidade de enfrentamento dos trabalhadores em educação da Bahia ativos e altivos e não aceitam a propaganda de que são manobrados, passivos e se deixam dirigir por “quadrilha”. O bom senso e a sabedoria a fazem distinguir o verdadeiro do falso, separar o que é fictício, fantasioso e imaginário e energia, disposição e poder para rejeitar quaisquer discursos que visem sustentar as vaidades dos seus autores, quando por ignorância ou má fé ignoram as origens, os limites e o alcance de determinada área da ação humana, arvorando-se a salvadores da pátria, na crença de que a luta tem início e se esgota no movimento sindical da educação que por si só pode tornar a sociedade estável golpeando a capacidade real da categoria de protagonizar a própria história.

 

Nós classistas temos experiência e respeito suficientes a categoria e não é propósito nosso recheá-la de respostas vazias e sim criar questionamentos e com UNIDADE chegar a raiz dos problemas. Valorizamos a máxima de que na sociedade “ nada se perde, tudo se transforma “ não temos resistência ao novo, tampouco rejeitamos, desqualificamos o velho, o experiente, não alimentamos esse e nem qualquer outro tipo de preconceito.

 

Nós componentes da CHAPA 1 – Avançar com EXPERIÊNCIA, RENOVAÇÃO e UNIDAE – adotamos a democracia e o respeito às diferenças como princípios, somos profissionais da educação, trabalhadoras e trabalhadores, temos família, somos mulheres e homens comprometidos (as) com as lutas do povo, somos sujeitos a erros, até cometemos equívocos como todo e qualquer ser e de forma veemente queremos repudiar o tratamento com que os(as) da chapa de oposição vem nos submetendo, nos caracterizando como “oportunistas”, “pelegos”, “quadrilha” e outros, o que demonstra claramente qual o seu perfil.

 

É sintomático perceber o discurso da oposição que se assenta na afirmação que nosso Sindicato é “paralisado”, que sua diretoria ataca os direitos dos trabalhadores, a qualidade do ensino, serve a interesses pessoais e do governo. Isto é típico de quem não tem definição sobre metas a perseguir, limites a impor e emprega certos proselitismos sedutores não deixando claro que tarefas podem e devem tomar para si, quais as chances e modos de sobrevivência do movimento sindical frente aos desafios conjunturais e estruturais, e em especial imputa ao Sindicato as falhas e compromissos do governo atual no tocante a educação e culpa mais uma vez nossa categoria e o funcionalismo em geral pelo combate histórico ao autoritarismo e o atraso que infelicitaram a Bahia durante quarenta anos e substituído por uma proposta apoiada pelos partidos democráticos e de esquerda alterando a correlação de forças em nosso estado o que segundo a oposição à APLB Sindicato é prejudicial e nefasto ao povo baiano.

 

Aprendemos com Marx, que a essência humana se constrói nas relações sociais de forma dinâmica e histórica cuja questão econômica é a base mas, nossos fatores da superestrutura, a luta de classes se reflete no dia a dia daí a importância de situar o sindicato no contexto de uma sociedade capitalista cuja etapa neoliberal provoca danos ao trabalhador e a vida social como um todo.

 

Em época de disputas eleitorais sindicais grupos cuja consciência burguesa e olhar fragmentado da realidade buscam bodes expiatórios, destruição das referências, pregam o imediatismo a desorientação em geral, minimiza o papel de lideranças consolidadas e seu discurso é voltado a promover meios para num tempo curto destruir e ou macular a imagem de quem historicamente contribui para a conquista de dias melhores.

 

Por tudo isso, pela confiança na capacidade, na expectativa da categoria de avançar com UNIDADE na direção de garantir e ampliar conquistas já consolidadas de melhoria da qualidade do ensino como: eleição para diretor e vice das escolas, enquadramento dos readaptados no padrão 1, implantação dos Padrões Mestrado e Doutorado, convocação dos coordenadores pedagógicos e professores concursados, redução do número de alunos por sala de aula, graduação grátis( quarenta e seis mil vagas) com bolsa auxílio de R$500,00, pós graduação( especialização grátis com ampliação de Mestrado e Doutorado, com direito a bolsa de estudos, implantação do Núcleo Previdenciário na SEC para agilizar aposentadorias e outras, não temos vergonha, nem temor, nem timidez para olhar nos seus olhos e pedir: VOTE CHAPA 1, precisamos aprofundar nosso diálogo e mais, reformular o estatuto do magistério, aperfeiçoar o processo de mudança de grau, fazer cumprir o pagamento do PSPN, exigir concurso público para pessoal de apoio e administrativos para extinguir a terceirização, avançar nos mecanismos de gestão democrática nas escolas, intensificar as ações pelo pagamento da URV, cronograma de reposição das perdas salariais acumuladas, Plano de Carreira em todos os municípios, participação do Sindicato em todos os órgãos de controle social das administrações Estaduais e Municipais, ter assento no fórum do trabalho decente, construir o Plano Estadual de Educação de acordo com o Sistema articulado enfim sempre fomos vanguarda no movimento do funcionalismo público na Bahia e queremos continuar a sê-lo.

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