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NOTA PÚBLICA – Governo Municipal de Feira persegue trabalhadores em educação

O Governo Municipal evidencia sua perseguição aos trabalhadores em educação do município, após o fim da Greve da categoria que lutou pela garantia dos seus direitos, perseguindo a professora Jussara Pinho, da Rede Municipal, com condutas e práticas arbitrárias, retirando a professora da escola onde ensina. A professora Jussara participou de todo o processo da greve da categoria deste ano, desde a ocupação do CEAF às rodadas de negociação com o governo.

A APLB Feira buscará os meios legais a fim de garantir na justiça os direitos da professora. Além disso, o Governo Municipal fez cortes, sem nenhum critério, nos salários dos trabalhadores em educação da rede. A APLB fez um requerimento junto ao Ministério Público Estadual para a negociação do calendário letivo em Feira de Santana, a entidade também entrou com uma liminar na Vara da Fazenda Pública e solicitou a intermediação no Ministério Federal do Trabalho sobre a devolução do que foi retirado dos salários.

A APLB Feira reitera sua luta contra a perseguição do Governo Municipal, e pela garantia dos direitos de todos os trabalhadores em educação.

Assembleia

Na tarde da sexta-feira (05), foi realizada a assembleia da rede municipal que discutiu sobre o corte nos salários dos trabalhadores em educação, a reposição das aulas, a reserva da carga horária, e o enquadramento de todos os professores que solicitaram, acordado com o Governo Municipal e que não vem sendo cumprido.

Com a presença do assessor jurídico, Maximiliano Ataíde, foram explanadas todas as questões jurídicas sobre o requerimento junto ao Ministério Público Estadual para a negociação do calendário letivo em Feira de Santana, e a intermediação no Ministério Federal do Trabalho  sobre a devolução do que foi retirado dos salários.

A categoria decidiu na Assembleia os próximos passos na luta pela garantia dos direitos dos trabalhadores em educação, que irão aguardar até o próximo dia 25 deste, em relação ao enquadramento dos professores que solicitaram, após a data, será marcada e amplamente divulgada uma nova assembleia da categoria. A categoria não irá fazer a reposição das aulas caso não seja devolvido o que foi retirado do salário dos trabalhadores em educação.

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