ARTIGO Nivaldino Félix – “FUNCIONÁRIOS DA EDUCAÇÃO VIVEM NA PENÚRIA FINANCEIRA E SOCIAL”

ARTIGO Nivaldino Félix – “FUNCIONÁRIOS DA EDUCAÇÃO VIVEM NA PENÚRIA FINANCEIRA E SOCIAL”

Os funcionários efetivos da rede estadual, continuam sem reajuste salarial, isto é, abaixo do mínimo. Hoje o salário de um técnico administrativo e de um auxiliar administrativo é de R$ 900,00, quando o atual valor do mínimo é de R$ 1.320,00 e isto tem levado os funcionários ao aviltamento social e econômico. Além do financeiro, boa parte dos trabalhadores da educação estão vivendo de doação e de cesta básica, morando em barracos. A situação dos servidores é crítica, principalmente dos aposentados que deram boa parte da sua vida dentro das escolas ajudando o processo educativo e sofrendo com este péssimo salário.

Uma das bandeiras mais fortes do Governo Lula é acabar com a fome valorizando sistematicamente o salário mínimo, mas o governo de Rui Costa nesses 8 anos de gestão fez o contrário. Congelou o salário dos servidores públicos! Recentemente foi feita uma pesquisa e o Estado que tem mais famintos é a Bahia. Esperamos que o novo governador do Estado implemente políticas de valorização dos funcionários públicos, principalmente os da Educação. A situação é grave. Além disso, tem mais de 50 anos que não existe concurso público e o governo a cada dia tem terceirizado a gestão pública. Nós, funcionários públicos, queremos atualização do mínimo, incidindo nas gratificações garantida pelo Estatuto do servidor, lei 6677/89, melhores condições de trabalho, concurso público para funcionários, além da valorização.

FUNCIONÁRIOS VAMOS À LUTA!

Nivaldino Félix
Diretor de imprensa, Coordenador do DEFE

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