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Rede Estadual da Bahia: paralisação em 29 de abril

Fotos de Manoel Porto

 

Aniversário da APLB-Sindicato em 24 de abril. Dia do Trabalhador em 1º de maio. Reunião das Zonais em 28 de abril. Paralisação e assembleia em 29 de abril. Audiência sobre a URV no STF em 20 de maio. Paralisação e manifestação em frente ao Fórum Ruy Barbosa em 25 de maio.

 

Numa concorrida assembléia, promovida pela APLB-Sindicato, realizada na manhã desta terça-feira (20 de abril de 2010), no ginásio de esportes do Sindicato dos Bancários, professores da Rede Estadual da Bahia decidiram paralisar as aulas no próximo dia 29 de abril. Na mesma data haverá uma assembléia, às 9 horas, no ginásio dos Bancários. No dia anterior, 28, haverá reunião nas zonais. O motivo da paralisação é a insatisfação com alguns critérios para o processo de avaliação dos professores da Educação Básica do Estado, com vistas à promoção na carreira; pela situação dos excedentes; a degradação de escolas, entre outras reclamações.

 

Proposto pela APLB-Sindicato, a assembléia definiu também o seguinte calendário de atividades:

 

Dia 24 de abril – Aniversário da APLB-Sindicato (58 anos)

Dia 1º de maio – Participação em manifestações no Dia do Trabalhador.

Dia 07 de maio – Plenária dos Coordenadores Pedagógicos

Dia 14 de maio – Seminário de Educação no Subúrbio

Dia 20 de maio – Audiência de representantes da APLB-Sindicato e da CNTE com o presidente do Supremo Tribunal Federal, em Brasília, para discutir o pagamento da URV.

Dia 25 de maio – Paralisação pelo pagamento da URV e manifestação em frente ao Fórum Ruy Barbosa

 

A assembleia teve na sua primeira os informes, com Nivaldino falando da situação dos funcionários de escolas; Marilene avisando que quinta-feira, 22, tem reunião dos representantes de escolas da Rede Municipal de Salvador, às 15 horas, na APLB-Sindicato. A diretora jurídica falou também do encontro da CONAE, em março.

Marilene Betros explicou que em 9 de abril foi publicada no Diário do Poder Judiciário a sentença de embargo de declaração do juiz da 6ª Vara de Fazenda, que manteve a decisão anterior de pagamento da URV aos professores.

Marcelo falou sobre os convênios firmados pela APLB-Sindicato; Elcy informou que os professores de educação física estão se reunindo na Faculdade de Educação; César destacou o encontro da Conclat que será realizado em São Paulo para a fundação de uma nova central sindical. Ele denunciou que o Colégio Cleriston Andrade continua a mercê dos apagões, visto que a rede elétrica não foi consertada pela SEC; Marinalva deu os informes da Fetrab; Wilson Júnior denunciou gestores da SEC e de outros órgãos públicos por prevaricação e pediu maior apoio aos professores excedentes.

Por fim, Rui Oliveira falou da URV e da Mudança de Grau.

A segunda etapa foi de muitos debates com integrantes da oposição à diretoria da APLB-Sindicato se manifestando contra o Decreto do governo sobre a Mudança de Grau e denunciando o que consideram governismo da situação. Dirigentes da APLB-Sindicato, por sua vez, criticaram a tentativa dos opositores de transformar a assembleia em palanque político no qual estariam representando seus partidos políticos e não os trabalhadores em educação.

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