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POR MARCOS BARRETO: TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO NÃO SÃO CORPOS DISPENSÁVEIS!

Por Marcos Barreto*

A par de manifestar meus sentimentos de pesar pelas perdas de colegas, amigos e familiares para a COVID-19, peço licença para desabafar.

Até quando vamos aceitar sermos conduzidos como animais para o abate?
As pessoas estão sendo empurradas para encontrar o fim da própria vida.
300 mil mortos não são suficientes para entender o conceito de pandemia?

Temos um presidente e outras autoridades públicas que praticam abertamente a NECROPOLÍTICA!!!
Pois, isso é o que ocorre quando o Poder Público adota práticas que determinam quem irá ser exposto ao risco de morte, ou mesmo ser executado sumariamente, seja por sua ação ou omissão.

EDUCAR É UM ATO POLÍTICO!”
ESCOLA ABERTA MATANDO PESSOAS É UM ATO DE NECROPOLÍTICA, LOGO NÃO É EDUCAÇAO!

O que ensina uma Educação que coloca a morte como ato de menor importância, esquecendo de respeitar a vida? Não podemos aceitar como normal as mortes que poderiam ser evitadas, se as pessoas que comandam os poderes públicos respeitassem a vida e a condição humana à frente de interesses politiqueiros e econômicos.
Mais do que nunca, é uma emergência o isolamento social radical.

NESSE MOMENTO, FECHAR ESCOLAS DEVE SER ENTENDIDO COMO UM ATO DE PRESERVAÇÃO DA VIDA!

 

Marcos Barreto é professor, diretor da APLB-Sindicato e conselheiro municipal de Educação de Salvador.*

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