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Em rede nacional, ministro da Educação defende volta às aulas e “apanha” nas redes. “Não merece o nosso respeito”, dispara Rui Oliveira

 

Em pronunciamento em rede nacional, na noite desta terça-feira (20), o ministro da Educação de Jair Bolsonaro, pastor Milton Ribeiro, defendeu a volta às aulas presenciais em todo o país, apesar dos números ainda expressivos de casos e mortes por Covid-19. “Quero neste momento conclamá-los ao retorno às aulas presenciais. O Brasil não pode continuar com as escolas fechadas gerando impacto negativo nestas e nas futuras gerações. A volta é uma necessidade urgente”, declarou Ribeiro.

O pronunciamento causou estranheza ao coordenador-geral da APLB-Sindicato, Rui Oliveira diante da inércia do ministro com relação à pasta da Educação e seu descaso em não apoiar as secretarias de Educação durante a pandemia. “Um ministro genocida que só agora acordou para a covid-19 na área da Educação. Ele não merece o nosso respeito e deve ser condenado a ficar no ostracismo”, disparou Rui. 

A APLB-Sindicato defende o retorno às aulas presencias, somente após a imunização dos profissionais em Educação e com o respeito aos protocolos de segurança nas escolas. 

No entanto, mesmo com as declarações de Ribeiro, por lei, compete aos estados a decisão a respeito do retorno às aulas na rede estadual e às cidades, na rede municipal. O ministro reconheceu que o governo federal não tem autonomia em relação ao assunto. Imediatamente, as redes sociais se manifestaram, majoritariamente, de forma contrária às palavras do pastor.

“Teve pronunciamento do ministro da educação hoje na tv… Assim como os outros ministros esse é um zero à esquerda que só serve pra propagar a ideologia desse governo de miliciano Ministro da saúde que odeia a saúde, da educação q odeia educação, do meio ambiente q odeia…”, postou o músico Marcelo D2.

Veja alguns comentários das redes:

No Senado

No dia 1 de julho, Ribeiro já havia defendido a volta às aulas presenciais em audiência pública no Senado:

“O Brasil é, infelizmente, um dos últimos países do mundo a reabrir as escolas. E não há que se dizer que o assunto foi a vacinação. Acabo de chegar da Itália e lá os países estão todos retornando, alguns com porcentagem de vacinação inferior ao Brasil”, alegou.

“Já há protocolos de biossegurança estabelecidos que reduzem riscos de contágio no ambiente escolar. Todos estes protocolos se baseiam fundamentalmente em distanciamento, uso de máscaras e de álcool em gel. Isso está mais do que sabido”, insistiu.

FONTE: Revista Forum
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