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ESCOLA MUNICIPAL JULIETA CALMON É ALVO DE ARROMBAMENTO NO FINAL DE SEMANA

Na manhã desta segunda-feira (29/11), a direção da APLB-Sindicato recebeu denúncias e imagens que revelam o arrombamento sofrido pela escola Municipal Julieta Calmon, localizada na rua Jaime Loureiro, s/n Boca do Rio. De acordo com informações o ato criminoso ocorreu na madrugada de hoje. Todos os cabos de fios de cobre da escola foram roubados, inclusive nas imagens é possível observar a retirada e destruição do forro do teto da escola para a retirada dos cabos. Ainda segundo relatos, ao lado da escola existe um imóvel aonde funcionava um centro de reabilitação, mas que atualmente está abandonado e compromete a segurança do local. As aulas na escola foram suspensas para aguardar a perícia do local. A direção da APLB exige a apuração do caso e a tomada de devidas providências.

Antigas reivindicações

Nas imagens é possível observar o estado físico, bastante precário da escola. De acordo com denúncias, diversas mensagens foram enviadas à Ouvidoria da SMED, solicitando a transferência da escola ou a sua manutenção. É um pleito antigo e urgente do corpo docente da Escola Municipal Julieta Calmon, para que no local onde hoje se encontra, um imóvel alugado, seja interditada. Existe um processo administrativo que corre internamente para o aluguel de um outro imóvel, onde possa funcionar a escola com condições mais decentes, na mesma região da Boca do Rio e Imbuí. Existe uma escola disponível que foi identificada, mas o tempo da pandemia passou e o processo não evoluiu burocraticamente.

Enquanto isso, toda vez que chove, a escola é “castigada” pela chuva, devido às péssimas condições físicas. O piso do pátio da escola fica em um nível muito abaixo do nível da calçada da Rua Jaime Loureiro. Por isso, toda vez que chove muito, em Salvador, a escola é alagada. Existem pingueiras também no teto das salas de aula que ameaçam toda a rede elétrica com perigo iminente de curto-circuito e o corpo docente e funcionários ficam amedrontados sempre que chove.

A APLB defende que as crianças, os professores e os funcionários merecem respeito e dignidade para estar em um local com condições melhores de trabalho, de acordo com os novos padrões e protocolos de saúde coletiva.

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