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APLB participa de ato em apoio aos professores da Faculdade 2 de Julho, amanhã (27); categoria está sem salário há seis meses

 

Esta semana os professores da Faculdade 2 de Julho suspenderam as atividades depois de decretar a greve na última quarta-feira (24). A maior parte dos docentes reclama que está com seis meses de salários atrasados, mas alguns professores manifestaram em assembleia que já acumulam 11 meses de atraso.

Além da remuneração mensal, há férias e 13º salários não pagos, somando-se a isso o atraso no pagamento das contribuições previdenciárias e o recolhimento do FGTS.

Em comunicado divulgado nesta terça-feira (23) em seu site, a Faculdade 2 de Julho, administrada pela Fundação 2 de Julho, diz está ciente da gravidade do momento e informa as aulas nos cursos de Direito, Administração, Comunicação serão mantidas com a finalidade de garantir a conclusão do semestre de 2021.2 e das futuras turmas. A Faculdade diz que não tem como resolver o problema de forma imediata.

 

Com Informações do Metro1

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