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1º de maio: APLB-Sindicato realiza ato simbólico com cruzes contra o retorno das aulas presenciais

Centenas de Cruzes de madeira foram fincandas no gramado ao redor do monumento do Cristo, na Barra, como forma de representar a morte de professores e professoras na Bahia por COVID-19. Um ato simbólico organizado pela  APLB-Sindicato que marcou o 1º de maio, dia do Trabalhador e da Trabalhadora. A pauta da manifestação incluiu o pedido de revogação do decreto da prefeitura de Salvador que prevê o retorno às aulas presenciais, na próxima segunda-feira (3),  antes da imunização da categoria que, até o momento, só recebeu a primeira dose da vacina contra o coronavírus.

“Cada cruz simboliza um professor ou uma professora que não poderá retornar às atividades presenciais porque foi vítima da Covid-19. Foi um ato simbólico para lembrar o motivo da decisão de não retornamos à sala de aula sem a imunização de toda a categoria. Já são muitas vidas perdidas, não queremos aumentar esse número”  afirmou o coordenador-geral da APLB-Sindicato, Rui Oliveira.

O nome dos 200 educadores vítimas do Covid no Estado foram escritos nas cruzes. A classe dos professores, gestores e funcionários de escolas está unida contra a reabertura das unidades de ensino neste momento crítico da pandemia. A reivindicação é que o poder público mantenha o ensino remoto e invista nesta modalidade,  oferecendo estrutura adequada para as aulas online à estudantes e professores, até a vacinação completa de todos os trabalhadores do setor.

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