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APLB/Sindicato
promove
I
Seminário de Educação do Subúrbio
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Na
Mesa com diretores da APLB/Sindicato, a deputada Alice
Portugal, integrante da Comissão de Educação
e Cultura da Câmara dos Deputados, discursa para a platéia
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A APLB/Sindicato
está promovendo no dia 13 de setembro, a partir das 8h30,
o I Seminário de Educação do Subúrbio,
no Colégio Estadual Castelo Branco, em Periperi. No turno
da manhã estiveram no centro das discussões a melhoria
das condições de trabalho e a luta por salários
dignos para os trabalhadores em educação. Foi discutido
também, dentre outros temas, o Plano Estadual de Educação
(PEE), que define as diretrizes da educação na Bahia
para os próximos dez anos. A Secretaria Estadual de Educação
se comprometeu a enviar o PEE à Assembléia Legislativa
até o final do mês.
Uma
das palestrantes foi a deputada federal Alice Portugal (PCdoB),
membro da Comissão de Educação da Câmara
dos Deputados. Ela informou à platéia, formada por
professores, coordenadores e alunos, o trâmite para a implantação
do FUNDEB, que vai substituir o FUNDEF. A parlamentar ressaltou
ainda a importância de uma mobilização nacional
em prol de mais investimentos governamentais na educação.
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Professores,
coordenadores e alunos prestigiaram o
encontro
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A inserção
do jovem no mercado de trabalho também foi um dos temas do
encontro. Na ocasião, Marinalva Nunes, diretora da APLB/Sindicato,
abordou a importância da aprovação da redução
da jornada de trabalho de 44 para 40 horas sem diminuição
de salários como fator de absorção dos jovens
no mercado de trabalho.
Além
desses temas nacionais, ainda foram expostas as reclamações
da comunidade escolar do subúrbio. Os professores, por exemplo,
reivindicam o pagamento de um adicional de 30% do salário-base
para os professores do subúrbio. "É justo, pois
os docentes têm que pegar muitas vezes dois ônibus para
chegar ao local de trabalho", defende Olívia Mendes,
diretora da APLB/Sindicato. Em algumas escolas o governo estadual
já adota esta prática, mas a APLB/Sindicato reivindica
a extensão do benefício para todos os professores
da rede pública estadual no subúrbio.
Além
disso, as escolas estaduais no subúrbio estão sucateadas,
aponta Olívia Mendes. A Escola Estadual Praia Grande, por
exemplo, foi interditada no dia 08 de junho pela própria
Secretaria Estadual de Educação. O impasse durou 71
dias, quando os 3.500 alunos foram transferidos para três
prédios, dois localizados em Periperi e um na Praia Grande.
Um deles ainda está em obras e os corredores são estreitos;
não há água nem espaço para atividades
de educação física. Num dos prédios
um cômodo foi transformado em três salas de aula separadas
por divisórias de madeira e a iluminação no
local é insuficiente.
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