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Categoria
unida e forte
A
greve continua
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23
de julho- Trabalhadores e alunos vão da assembléia
geral para as ruas
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A categoria
continua unida por salários decentes e condições
dignas de trabalho. Em assembléia geral realizada no dia
23 de julho, no Ginásio de Esportes do Sindicato dos Bancários,
os trabalhadores em educação da Bahia decidiram continuar
a greve que começou no dia 07 de julho. Logo após,
a categoria e os alunos ocuparam a Avenida Sete de Setembro, onde
foram em passeata até a Praça da Piedade, mesmo debaixo
de chuva.
No
dia 25 de junho, às 8h00, ocorre um ato em defesa da educação
pública no Dique do Tororó, Nova assembléia
geral, no dia 27 de junho, definirá os rumos do movimento.
Um dia antes da assembléia, dia 22 de junho, a diretoria
da APLB/Sindicato se reuniu com a secretária de Educação,
Anaci Paim, que insistiu em não aumentar o valor do reajuste
concedido para os professores, de apenas 5%. Já os funcionários
das escolas não foram contemplados com nenhum reajuste.
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A
categoria esclarece ao vivo no Programa Balanço Geral
as causas do movimento
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Durante
a greve, a categoria encontra-se coesa e mobilizada, realizando
diversas atividades. No último dia 20 também ocorreu
uma assembléia geral, onde além de confirmar a manutenção
da greve, os trabalhadores em educação e alunos lotaram
o estúdio do Programa Balanço Geral, da TV Itapoan
(Rede Record). Na mesma data, houve um grande protesto na Governadoria
contra o descaso com o qual o governo estadual trata a educação.
Os
trabalhadores em educação da Bahia reivindicam reposição
das perdas salariais da ordem de 45, 78%. "Mas nós fomos
ao encontro da secretária dispostos a negociar este índice.
Infelizmente, não houve qualquer contrapartida do governo
estadual", diz Marilene Betros, coordenadora em exercício
da APLB/Sindicato.
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