S A L V A D O R - BA
Salvador - BA, 18 de Junho de 2004 - Ano I - Numero 07

Luta por salário digno continua

Movimento garante vitórias

A assembléia geral do dia
09 decidiu pela continuação da paralisação.
E a suspensão foi decidida em assembléia geral no dia 15 de junho

Confira nesta edição do Boletim Eletrônico da APLB/Sindicato a cobertura completa da paralisação dos trabalhadores em educação entre os dias 25 de maio e 15 de junho . A assembléia geral do dia 15 de junho decidiu pela volta às aulas. Os trabalhadores em educação estão explicando às comunidades escolares as causas do movimento da categoria, por uma educação de qualidade e salários dignos. No dia 07 de julho, às 9h00, assembléia geral no Ginásio de Esportes do Sindicato dos Bancários definirá os rumos do movimento. Através das negociações ocorreram avanços na pauta de reivindicações, mas até o momento o governo estadual não apresentou uma proposta em relação às perdas salariais da ordem de 45,78%.


O começo da paralisação

A assembléia do dia 25 de maio deu início à paralisação

Após analisar o tratamento dispensado pelo governo do estado aos trabalhadores em educação, com salários indecentes e péssimas condições para o exercício da função de agentes de transmissão do conhecimento, uma concorrida assembléia geral realizada no dia 25 de maio decidiu decretar a paralisação das aulas da rede estadual. Na ocasião, já havia completado mais de 5 meses que foi entregue na Governadoria a pauta de reivindicações da categoria.

 

 

Movimento assegurou importantes vitórias

CONFIRA AS CONQUISTAS

Nas ruas por uma educação de qualidade

Os trabalhadores em educação ocuparam a
Avenida Sete de Setembro

A paralisação foi marcada por passeatas onde os trabalhadores em educação invadiram as ruas do Centro. Protestos contra o descaso do governo estadual com a educação pública foram realizados em frente ao Iguatemi e à Secretaria de Educação. Além disso, foi distribuída à população uma carta aberta explicando as causas do movimento.

 

 

 

Pressão

Movimento força a negociação

Desde que assumiu a Secretaria de Educação, a secretária Anaci Paim só tinha recebido por duas vezes representantes dos trabalhadores em educação para negociar as reivindicações da categoria. Pois o vitorioso movimento que deu origem à paralisação forçou a secretária a negociar. E isso aconteceu no dia 1º de junho, quando foi realizada uma assembléia geral onde o ginásio de Esportes do Sindicato dos Bancários foi pequeno para uma multidão de professores e funcionários de Salvador, Brumado, Camaçari, Aporá, Alagoinhas, Feira de Santana e diversos outros municípios baianos. Finalmente, naquela data, a secretária de Educação recebeu uma comissão de trabalhadores em educação. A negociação ocorreu simultaneamente à assembléia geral. A categoria permaneceu unida e às 12h30, após o informe dos rumos da negociação, a assembléia decidiu pela continuação do movimento.

 

SÓ VENCE QUEM LUTA !

 

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