Luta
por salário digno continua
Movimento
garante vitórias
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A
assembléia geral do dia
09 decidiu pela continuação da paralisação.
E a suspensão foi decidida em assembléia geral
no dia 15 de junho
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Confira
nesta edição do Boletim Eletrônico da APLB/Sindicato
a cobertura completa da paralisação dos trabalhadores
em educação entre os dias 25 de maio e 15 de junho
. A assembléia geral do dia 15 de junho decidiu pela volta
às aulas. Os trabalhadores em educação estão
explicando às comunidades escolares as causas do movimento
da categoria, por uma educação de qualidade e salários
dignos. No dia 07 de julho, às 9h00, assembléia geral
no Ginásio de Esportes do Sindicato dos Bancários
definirá os rumos do movimento. Através das negociações
ocorreram avanços na pauta de reivindicações,
mas até o momento o governo estadual não apresentou
uma proposta em relação às perdas salariais
da ordem de 45,78%.

O
começo da paralisação
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A
assembléia do dia 25 de maio deu início à
paralisação
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Após
analisar o tratamento dispensado pelo governo do estado aos trabalhadores
em educação, com salários indecentes e péssimas
condições para o exercício da função
de agentes de transmissão do conhecimento, uma concorrida
assembléia geral realizada no dia 25 de maio decidiu decretar
a paralisação das aulas da rede estadual. Na ocasião,
já havia completado mais de 5 meses que foi entregue na Governadoria
a pauta de reivindicações da categoria.
Movimento
assegurou importantes vitórias
CONFIRA
AS CONQUISTAS
Nas
ruas por uma educação de qualidade
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Os
trabalhadores em educação ocuparam a
Avenida Sete de Setembro
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A
paralisação foi marcada por passeatas onde os trabalhadores
em educação invadiram as ruas do Centro. Protestos
contra o descaso do governo estadual com a educação
pública foram realizados em frente ao Iguatemi e à
Secretaria de Educação. Além disso, foi distribuída
à população uma carta aberta explicando as
causas do movimento.
Pressão
Movimento
força a negociação
Desde
que assumiu a Secretaria de Educação, a secretária
Anaci Paim só tinha recebido por duas vezes representantes
dos trabalhadores em educação para negociar as reivindicações
da categoria. Pois o vitorioso movimento que deu origem à
paralisação forçou a secretária a negociar.
E isso aconteceu no dia 1º de junho, quando foi realizada uma
assembléia geral onde o ginásio de Esportes do Sindicato
dos Bancários foi pequeno para uma multidão de professores
e funcionários de Salvador, Brumado, Camaçari, Aporá,
Alagoinhas, Feira de Santana e diversos outros municípios
baianos. Finalmente, naquela data, a secretária de Educação
recebeu uma comissão de trabalhadores em educação.
A negociação ocorreu simultaneamente à assembléia
geral. A categoria permaneceu unida e às 12h30, após
o informe dos rumos da negociação, a assembléia
decidiu pela continuação do movimento.

SÓ
VENCE QUEM LUTA !
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