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APLB DE MACAJUBA NA LUTA CONTRA A RETIRADA DE DIREITOS E PELO CUMPRIMENTO DA LEI DO FUNDEF

A direção do SINPROMMA APLB SINDICATO e trabalhadores em educação paralisaram suas atividades na sexta-feira, 10/11, para protestarem pelas ruas de Macajuba.

A manifestação foi em adesão à  Paralisação foi Nacional contra a Lei 13.467 de 13/07/2017, que institui a nova legislação trabalhista, que entrou em vigor neste sábado, (11/11); contra a redução do salário mínimo; e contra o trabalho escravo. Mas, além disso, os trabalhadores em educação de Macajuba reivindicaram sua pauta local.

Os trabalhadores chamaram a atenção da comunidade com paródias em ritmo de samba, forro eletrônico e country rock que além de animar a caminhada tiveram letras explicativas sobre o Precatório do Fundef e ao mesmo tempo faziam um apelo para que a gestão municipal repasse os valores aos professores. Durante a caminhada foi também distribuído um panfleto informativo para comunidade.

Os trabalhadores encerraram a caminhada em frente à Prefeitura Municipal onde a diretora do SINPROMMA APLB-Sindicato, Sra. Josete Macêdo, usou a palavra explicando a população o motivo da Paralisação Nacional e falou das demandas da classe no município. Falou sobre os efeitos da reforma trabalhista, o porquê dos professores estarem reivindicando o pagamento do Precatório do Fundef, quando citou a Lei Federal do Fundef e Fundeb e as perdas que os trabalhadores em educação de Macajuba tiveram no período de 1998 a 2006 e pediu que a Prefeita pague o Precatório.

Em seguida solicitou que a prefeita cumpra a Lei Municipal nº 189 de 22/12/2014, que institui o Plano Municipal de Educação de Macajuba, plano este criado por representantes da sociedade durante três anos (2012 à 2014), inclusive através de audiência pública, que determinou o prazo de um ano para que os servidores em educação efetivos da área de apoio fossem lotados na Secretaria de Educação/Unidade Escolar e função exercida e que fosse feita a adesão ao PROFUNCIONÁRIO (Curso Técnico de Profissionalização dos Profissionais de Educação). O prazo para cumprimento dessa meta venceu desde janeiro de 2016 e até o momento nada foi feito para reconhecimento e valorização desses profissionais que muito contribuem para educação de nosso município.

O momento só nos impõe uma condição: lutar ou nos acovardar diante de políticos que querem escravizar a classe trabalhadora.

Delegacia da APLB-Sindicato de Macajuba

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